
Uma das primeiras conquistas do mundo esportivo em 2026 foi nada menos do que a de atleta de Rondônia subindo ao pódio para receber a 1ª medalha do Brasil na história das Paralimpíadas de Inverno. Cristian Ribera faturou a prata no esqui cross-country sentado e a vitória não só marcou uma super vitória para o Esporte nacional, como trouxe à tona um debate sobre a importância dos incentivos para treinos de Pessoas Com Deficiência – PCD.
Os debates têm reforçado o quanto é fundamental dar visibilidade ao esporte paralímpico e especialmente ao impacto da prática esportiva na vida de pessoas com deficiência, e a transformação que a atividade física pode provocar na vida de quem busca mais independência e qualidade de vida.
Esse impacto é percebido na história de Diego Felipe Chaves Costa, cadeirante e com paralisia cerebral espástica, que encontrou na academia um espaço para evoluir fisicamente e ganhar mais independência. “Treinar me dá força e mobilidade para atividades simples, como entrar no carro, tomar banho e trabalhar com mais disposição”, relatou.
Com acompanhamento profissional e treinos adaptados para membros superiores, Diego também observou mudanças importantes na saúde. Ele destacou que a combinação entre dieta, acompanhamento médico e exercícios foi fundamental para a perda de peso e melhora da composição corporal.
Muitas academias estão adaptando seus espaços, investindo em equipamentos e capacitando suas equipes para atender cada vez melhor PCD e pessoas que precisam de cuidados especiais.