
Você já ouviu falar do conceito “aquatic wellness”? A evolução das atividades aquáticas tem avançado em largas braçadas e transformado esse segmento do mercado fitness. Com tantas novas abordagens de treinos debaixo d’água, a edição 115 da Revista ACAD Brasil traz uma matéria mostrando que o futuro pode mesmo ser azul!
A reportagem mostra que o envelhecimento da população, a busca por exercícios de baixo impacto e os avanços tecnológicos estão transformando as piscinas em centros de treinamento para diferentes públicos — de idosos a atletas de alto rendimento. Há empresas que estão nadando de braçada neste cenário de oportunidades para as atividades aquática.
Por outro lado, para muitas academias, a piscina é um paradoxo: ocupa um grande espaço, exige alto custo de manutenção e energia, demanda equipe especializada, mas raramente é tratada como uma área de geração de receita estratégica. E, em vez de ser um diferencial competitivo, a piscina pode virar um peso no orçamento.
Mais do que vender modalidades aquáticas, o setor passa a entregar soluções integradas de qualidade de vida. É essa mudança de perspectiva que deve impulsionar o crescimento das atividades aquáticas nos próximos anos.
O Brasil reúne características muito favoráveis para incorporar e até desenvolver o tal conceito de “aquatic wellness”. Além da forte cultura esportiva e do clima propício para atividades aquáticas, o país vive um crescimento consistente da demanda por serviços relacionados à saúde preventiva, longevidade e qualidade de vida.
Olhar para o futuro não é apenas apostar nas diferentes modalidades existentes, mas principalmente nas oportunidades de negócio e nas tendências que devem moldar o mercado aquático nos próximos cinco, dez anos.
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