Informativo ACAD Brasil

Três perguntas para Gustavo Almeida, diretor da Fitness Brasil

O que os participantes da Fitness Brasil Expo 2026 podem esperar?

 

Sem dúvida, muitas novidades em produtos e serviços, muita tecnologia com inteligência artificial em equipamento, em serviço, em softwares que permitem que, na ponta da cadeia, a gente entregue um serviço melhor, um produto melhor para o consumidor. Tudo para combater o sedentarismo: cada 1% da população que a gente consegue trazer para a atividade física são mais de 2 milhões de brasileiros.

 

Este ano, os expositores estão muito engajados em preparar lançamentos especiais! Teremos novidades também para as plenárias, com um conteúdo muito forte, com keynote speakers importantes, entre os quais Brian Rook, especialista americano que sempre dá show nos palcos.

 

Criamos uma programação especial, um curso de vendas, na sexta-feira à noite. Todo gestor inscrito na conferência de três dias poderá colocar duas pessoas do time para fazer. Será uma capacitação de vendas que permitirá que o que foi aprendido, as práticas mais agressivas, sejam colocadas em prática já na segunda-feira pós-evento.

 

Pela primeira vez, teremos a Arena Live, que vai ser um segundo estúdio de podcast onde as pessoas podem assistir as gravações das entrevistas ao vivo. Queremos que os espaços do evento sejam muito amistosos, amigáveis, para que as pessoas ajudem a reverberar nas redes sociais, para que alguém que não sabe do evento possa se motivar a participar!

 

Você considera que o fitness nacional vive um momento de oportunidades?

 

O mercado experimenta uma prosperidade que tem a ver com alguns grandes drives de crescimento, como o número de academias crescendo no interior do país, cidades com menos de 100 mil habitantes recebendo grandes redes como Skyfit e Panobianco, municípios que muitas vezes não têm nem shopping e as academias passam a ser um ponto de encontro, com socialização e senso de pertencimento aparecendo fortemente. Acredito que o aquecimento do mercado se dê em função de três pontos:

 

  1. O aumento da consciência das pessoas sobre a importância de se manter hábitos saudáveis. Hoje, muitas pessoas procuram sair do sofá menos pela estética e mais pela saúde, porque percebem os benefícios da prática da atividade física, e de todos os pilares que envolvem o bem-estar, o que é muito bom para o nosso ecossistema.

 

  1. O envelhecimento da população, com o aumento da média etária. A gente vivendo mais, quer viver melhor e quer preservar mobilidade básica para autonomia: poder se levantar; carregar um neto no colo; amarrar o tênis; subir uma escada sozinho… Viver mais sem qualidade não faz muito sentido.

 

  1. O jovem mudou o olhar sobre o que é importante na vida e está mais ligado em hábitos saudáveis. Nas décadas de 1980 e 90, vivemos o auge das propagandas de cigarros e bebidas alcoólicas, que vendiam um estilo de vida de galãs de Hollywood. O “legal” era ir para a balada e chegar às seis da manhã. Hoje, os jovens estão vivendo ambientes sociais mais saudáveis, se reúnem para treinar; se encontram em parques, em cafés, durante à tarde e, para o mercado isso é muito bom, porque esses jovens poderão ser clientes do nosso ecossistema ao longo de toda a vida.

 

Como você vê a parceria cada vez mais sólida entre ACAD e Fitness Brasil?

 

Primeiro, o Ailton, presidente da ACAD, é um cara nota mil! Conversamos muito e percebo que ele está sempre disposto a fazer coisas boas pelo mercado. Institucionalmente, a parceria entre as duas entidades é muito importante, porque a gente se ajuda, trabalha em cooperação, e se ajudando, a gente pode fazer mais pelo nosso ecossistema. Podemos ajudar as pessoas a serem mais saudáveis, lá na ponta da cadeia Temos contribuído com conteúdo nos encontros realizados pela ACAD, ajudando a qualificar esse conteúdo apresentado e, também, ajuda a tornar a Fitness Brasil mais conhecida. Muitos diretores da ACAD sobem nos palcos do nosso evento para palestrar, compartilhando suas visões sobre os negócios. Todos nós ganhamos com essa parceria e o mercado mais ainda.

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