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Day: setembro 9, 2019

ACAD conquista ainda mais espaço no Congresso Nacional

Em parceria com comissões da Câmara dos Deputados, ACAD realiza 2ª edição do Seminário Empreender para Crescer  No dia 20 de agosto, a ACAD Brasil, a Comissão do Desenvolvimento Econômico e a Comissão do Esporte da Câmara Federal realizaram a segunda edição do Seminário Empreender para Crescer, em Brasília.  Com mais de 200 pessoas na plateia, o evento contou com a presença de dezenas de deputados, assessores parlamentares, empresários do fitness, gestores de academias, profissionais de Educação Física, além de professores e estudantes universitários do segmento.  Além das mesas temáticas, o evento também contou com uma grande novidade da ACAD Brasil contra o sedentarismo.  Leia o conteúdo até o final para descobrir que novidade é essa! 2ª edição do Seminário Empreender para Crescer: como foi?  A agenda contou com debatedores do mercado fitness e representantes do Congresso Nacional que, juntos, compuseram, além das mesas de abertura e encerramento, cinco mesas temáticas. Entre os temas abordados estavam formas de empreender no setor de academias, a relação entre atividade física e gastos na saúde pública, e o grave problema que a sociedade precisa enfrentar: o sedentarismo.  Propositor do requerimento para a realização do seminário na Câmara Federal, o deputado Efraim Filho (DEM – PB) disse à plateia: “É importante que a ACAD, como representante do setor de academias, possa estar presente nesta casa, para trazer suas demandas.  A cada dia mais, as academias estão no cotidiano e na vida das pessoas, na sociedade como um todo, cuidando da saúde e oportunizando que milhares de profissionais possam atuar. Justamente por essas razões, esse setor precisa ser incentivado e muito bem cuidado”.      Confira, a seguir, o que ocorreu em cada mesa temática da 2ª edição do Seminário Empreender para Crescer: Empreender: como construir essa ação no setor de atividades físicas?   A primeira mesa temática foi aberta pelo deputado Julio Cesar Ribeiro (PRB-DF), que garantiu apoio ao desenvolvimento do setor fitness. Em seguida, Fabio Padilha, Profissional de Educação Física e CEO da Brasília Capital Fitness, falou ao público presente, destacando a importância do fitness para a economia brasileira: “O empreendedor brasileiro é um verdadeiro herói. Precisamos de leis que deixem as empresas atuarem. A cadeia produtiva do fitness é gigante e gera muitos negócios, empregos e bilhões de Reais. Precisamos de defesa e incentivo”.  Cenário do fitness no Brasil e no mundo e o impacto da indústria A mesa foi presidida pelo deputado Eduardo Cury (PSDB-SP) e contou com as presenças dos empresários Edgard Corona, Luiz Urquiza e Reginaldo Recchia.  “Em 2040, o mundo deverá entrar em uma nova era, robótica, inteligência digital. A boa notícia é que qualidade de vida e saúde serão determinantes para a sobrevivência nessa nova era e, neste sentido, o fitness é um dos segmentos do futuro. Por esta razão, o Congresso Nacional precisa estar aberto para que possamos colaborar e calibrar as políticas públicas, de forma positiva, apoiando o desenvolvimento do setor”. Essa foi a fala do deputado Cury, que há anos atua em defesa do fitness nacional.    Já o diretor da ACAD e CEO do Grupo Bodytech, Luiz Urquiza, pontuou: “Quando falamos de saúde, é preciso fazer com que as pessoas tenham uma postura preventiva em relação à própria saúde. Neste sentido, o papel da ACAD é catalisar os esforços no combate à inatividade”.   Debate temático: Dados do setor e o perfil do empreendedor de fitness no Brasil “Esse espaço vem oportunizar desde profissional autônomo, do personal trainner, até o empresário de rede internacional,  a todos que movimentam o setor de academias do país”, disse a deputada Celina Leão (PP-DF) ao abrir o debate. Compondo a mesa, também estiveram o deputado Luiz Lima (PSL-RJ), ex-atleta olímpico, Richard Bilton, diretor da ACAD, Patrick Novaes, presidente do Conselho de Educação Física do Distrito Federal, e Gilson Carvalho, representante da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – ABIMAQ.  Na sequência, Richard Bilton, diretor da ACAD e presidente da rede Cia Atlhética pontuou as questões tributárias como um dos pontos de maior gargalo para o setor de academias e reforçou a importância da simplificação desta questão.  Luiz Carlos Hauly, professor de Educação Física da primeira turma da Universidade de Londrina, economista e ex-deputado por 28 anos consecutivos, foi convidado a falar no seminário. “Todo o setor de serviços está muito preocupado com a questão tributária. No Brasil, há uma supertributação na base de consumo. É preciso unificar os impostos de consumo e garantir que o mais pobre pague menos impostos do que o mais rico. Não se trata de salvar apenas as academias, mas sim de salvar o país”. O Presidente do CREF-DF e empresário-proprietário de academia, Patrick Novaes, mostrou exemplos de empreendedores de Brasília que trabalham com o mercado de fitness, para públicos distintos, em nichos especializados, defendendo a força do pequeno empresário.  Ele ainda pontuou que muitos empreendedores já apostam em iniciativas próprias: “Soluções em aplicativos para usuários de quadras esportivas, academia especializada para senhoras com atendimento altamente personalizado, e um personal trainer que aposta na prática da atividade como uma solução para a saúde física e mental”.  O impacto econômico positivo da atividade física sobre a produtividade das empresas O deputado Luiz Lima também comandou a mesa, com participação de Monica Marques, representante nacional da ACAD, membro do conselho da IHRSA e diretora da Cia Atlhética, e de Ailton Mendes, diretor da ACAD e CEO da AMS Academia.  Monica falou sobre o impacto do sedentarismo na saúde pública: “Por aqui, 38 milhões de brasileiros – 47% da nossa população – precisam sair do sedentarismo para que o Brasil alcance a média mundial, de 28% de pessoas sedentárias. Se essa meta for alcançada, se conseguirmos tirar as pessoas do sofá, seremos mais saudáveis, pois vamos ajudar a reduzir a incidência de doenças crônicas não transmissíveis (diabetes, colesterol, hipertensão, doenças pulmonares obstrutivas), que são as que mais matam no mundo”. A representante nacional da ACAD ainda reafirmou o compromisso do segmento nesta luta: “O setor de academias, o setor privado, o fitness nacional, pode e vai lutar

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