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Encontro Nacional ACAD Brasil 2023

Debate de primeira dentro da 24ª edição da IHRSA Fitness Brasil Sob o tema “Indústria do fitness no Brasil e no mundo: panorama e análise”, Ailton Mendes, Edgard Corona, Monica Marques, Luiz Urquiza e Richard Bilton foram os debatedores de mais um Encontro Nacional ACAD Brasil, realizado no dia 17 de agosto, dentro da IHRSA FitBr 2023. Tradicionalmente, este encontro é um espaço de muita aprendizagem e networking. Desta vez, não foi diferente. Entre os principais temas abordados estão: movimentos de combate ao sedentarismo em todo o mundo; os custos da inatividade para a saúde e a economia dos países; mercado financeiro de olho no setor brasileiro de fitness; conquistas da Associação e seus parceiros junto ao governo federal; inovações tecnológicas e seu impacto nos negócios de academias; o que esperar para o mercado nos próximos meses; Reforma Tributária e muito mais. Combate ao Sedentarismo Em 2018, a média global de sedentarismo entre os países era de 28% e o Brasil, com 47%, foi classificado como o 5º país mais sedentário do mundo. Esse alerta disparou uma série de ações na ACAD, entre as quais a criação do movimento Brasil + Ativo e a criação de uma forte agenda de atuação junto aos governos. Com a pandemia, o setor foi impedido de atuar e uma força-tarefa trabalhou incansavelmente para mostrar às autoridades governamentais que as academias são essenciais para a saúde da população. “Em 2018, a Organização Mundial da Saúde criou um plano de combate mundial ao sedentarismo chamado GAPPA – Global Action Plan on Physical Activity e chamou pessoas e entidades da iniciativa privada e, também, do setor público, no mundo inteiro, para que houvesse uma participação maior na ajuda ao combate ao sedentarismo. Foi a partir deste movimento que várias iniciativas ganharam corpo, mundo afora, inclusive o nosso”, disse Monica Marques, sócia-diretora da Cia Athletica, diretora da ACAD Brasil e representante da América Latina na Federação Internacional World Active. A Europe Active agrega entidades, de 29 países, que combatem o sedentarismo. Essa iniciativa já está trabalhando em cima da pauta da OMS para pessoas mais ativas, com mais frequência, em todos os lugares. A Federação Internacional World Active nasce do desejo de ampliar essa atuação. Assim, mais nações foram convidadas a participar e aqueles 29 países, hoje são 40. A ACAD Brasil foi convidada a fazer parte dessa força mundial, como representante da América Latina. “Estamos trabalhando agora com uma pauta única de combate ao sedentarismo, no mundo inteiro. Vão ser criadas ações com as quais todas as entidades, em seus respectivos países, poderão atuar e isso dá muita força para o nosso projeto Brasil + Ativo. Começamos a enxergar de que maneira podemos influenciar mais pessoas e mais governos para que nos vejam como essenciais não só no Brasil, mas em todo o mundo”, disse Monica Marques. O sedentarismo gera um custo absurdo para as empresas e os governos. Qual é o papel do setor de fitness, neste cenário? “Segundo a OMS, para cada 1 dólar de investimento em atividade física, o setor público recebe um retorno de 2,8 dólares. No Brasil, a CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas) das academias ainda é a de entretenimento e lazer. Um estudo contundente, de 2022, avaliou o impacto da atividade física no setor da saúde, com um mapeamento em 60 países, incluindo o Brasil. Este ano, a OMS ampliou o estudo para mais de 150 países e uma das recomendações é que os governos tenham práticas e políticas públicas especificas para incentivar a prática da atividade física. Aqui no Brasil, há poucos meses, a Lei Geral do Esporte foi reformulada e incluiu o termo “esporte para toda a vida”, que não é o de formação ou de alta performance, mas sim aquela prática feita nas academias, especialmente voltada à saúde da população. Isso é uma vitória do nosso setor”, concluiu Monica Marques.   Mercado financeiro de olho no setor de fitness No primeiro semestre de 2023, o Ministério da Saúde publicou em Diário Oficial uma norma técnica que atesta que o setor de academias e dos profissionais de Educação Física é essencial por sua relevância na atenção primária da saúde e por sua importância no impacto à economia brasileira. “A conquista deste reconhecimento pelo Ministério da Saúde é fruto de nossas reuniões com a ministra Nísia Lima e de todo o trabalho que a ACAD Brasil vem construindo em torno da comunicação de que somos um setor essencial para a saúde da população brasileira e para a economia do país e todo esse novo cenário é favorável a novas oportunidades. Nós empresários podemos estar distraídos quanto a essas oportunidades, mas o mercado financeiro está atento e já fazendo movimentos”, disse Ailton Mendes, presidente da ACAD Brasil. Depois de tantos desafios, entre os quais fechamento de academias, retomada das atividades, economia em crise, quais são os sinais de que o mercado financeiro pode mesmo estar de olho no setor de fitness, saúde e bem-estar? “Nós temos participado de rodadas de reuniões com representantes do mercado financeiro, interessados em saber mais sobre o setor nacional de fitness. Eles nos enxergam como um setor de oportunidades e, neste panorama, aqueles gestores de academias que estiverem mais bem preparados poderão se beneficiar do que estar por vir, desse movimento anunciado do mercado financeiro”, acrescentou Ailton Mendes. “Podemos considerar que todas as academias já estão nos níveis anteriores à pandemia, muitas delas com números superiores, e conquistou-se novamente a confiança do consumidor. Ainda temos desafios importantes como melhoria de renda, geração de empregos, queda de taxas de juros, reformas em andamento no Congresso, que são fatores externos que devem impulsionar o setor, a médio prazo. Como o mercado financeiro sempre se antecipa aos fatos, esse interesse pode sinalizar boas notícias e é possível que já no final de 2023, início de 24 o ambiente esteja muito mais propício aos negócios e à atração de novos investidores”, afirmou Luiz Urquiza, CEO da Bodytech Company e conselheiro da ACAD Brasil. O mercado de academias vale

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Reforma Tributária, academias e saúde

Nota Técnica nº 70/2023: a caminho da quebra de um paradigma Durante a tramitação da emenda constitucional de reforma tributária na Câmara dos Deputados, a ACAD Brasil disseminou entre os parlamentares material impresso e digital de alta qualidade, demonstrando com dados estatísticos a relação de causa e efeito entre atividade física e saúde. O objetivo era sensibilizá-los para a necessidade urgente de atacar não apenas o problema, com incentivos fiscais para tratamento da saúde, mas também uma de suas principais causas: o sedentarismo. No sistema tributário atual, pré-reforma, apenas serviços hospitalares e similares contam com tributação reduzida, nenhum incentivo existindo para os que oferecem atividade física e reduzem a incidência de doenças crônicas, entre muitas outras patologias. Assim vem sendo, a rigor, desde sempre. Conceder incentivo fiscal apenas a quem trata da saúde e esquecer de quem a promove é um paradigma que precisa ser quebrado no Brasil. Não basta, porém, a atuação do Poder Legislativo. É preciso que o Executivo, como implementador de políticas públicas, também impulsione essa nova e necessária visão. Em audiência com a Ministra da Saúde na última semana de junho, a ACAD Brasil, com fundamental apoio do Deputado Felipe Carreras e representada pelo líder Patrick Aguiar, defendeu a importância da atividade física como política pública de saúde e a necessidade de incentivos fiscais. A atuação do deputado e da Associação resultou na publicação, no dia 10 de julho, da Nota Técnica nº 70/2023-DEPPROS/SAPS/MS, pelo Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, sobre atividade física e academias. Segundo aquele órgão, “diante do impacto da inatividade física sobre a saúde da população brasileira, e, da reconhecida importância da prática de atividade física para a saúde, para a qualidade de vida e para o bem-estar da população, são urgentes e necessárias iniciativas que fomentem e estimulem a oferta de ações e de programas de atividade física.” Em sua conclusão, a nota reconhece a relevância do setor e afirma que “políticas fiscais voltadas para efetivar atividade física e academias é um importante marcador e deve ser considerado na elaboração, aprimoramento e implementação de políticas públicas de saúde e políticas públicas tributárias no país.” O documento é um passo importantíssimo, não somente para o setor de academias como para todos os que atuam com atividade física e esportiva. Ao manifestar o reconhecimento, pelo Ministério da Saúde, da necessidade de políticas públicas e tributárias que as incentivem, o documento chancela o trabalho desenvolvido pela ACAD Brasil e pode servir como referência para a própria reforma tributária. Poucos dias depois de sua publicação, a emenda substitutiva da reforma foi aprovada pela Câmara com previsão de carga tributária reduzida não apenas para a área da saúde como, de forma inédita, também para atividades esportivas — que na Classificação Nacional de Atividades Empresariais (CNAE) incluem o condicionamento físico. Ainda será preciso manter essa previsão no Senado e, depois, incluir expressamente a atividade na lei complementar que definirá as operações beneficiadas. Mesmo com muito trabalho ainda à frente para transformar em realidade o que consta da emenda, a previsão é um passo imprescindível para colocar o Brasil em paridade com inúmeras outras nações nas quais as alíquotas de IVA para academias e congêneres são reduzidas ou, até mesmo, objeto de isenção plena, como é o caso da Noruega. O caminho parece estar se abrindo para que a atividade física seja efetivamente incentivada. Será uma quebra de paradigma revolucionária para a saúde. Esperamos, ao final, poder afirmar que a Nota Técnica nº 70/2023 tenha sido o início dessa revolução. Acesse e leia Nota Técnica nº 70/2023 do Ministério da Saúde  

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ECAD: quando deve ser pago e quais os riscos

Entenda sobre as obrigações de pagamento e como evitar problemas indesejados Por Dr. Mario Duarte – Advogado ACAD Brasil Um dos temas mais frequentes nos grupos de associados da ACAD Brasil é o das cobranças do ECAD por execução de músicas. Questiona-se desde a obrigatoriedade deste pagamento até os valores exigidos. É importante que o assunto seja compreendido, já que há riscos envolvidos. A existência do Escritório Central de Arrecadação e Cobrança (ECAD) está prevista na Lei 9.610/98, que consolidou a legislação sobre direitos autorais e cujo art. 99 dispôs que “a arrecadação e distribuição dos direitos relativos à execução pública de obras musicais e literomusicais e de fonogramas será feita por meio das associações de gestão coletiva criadas para este fim por seus titulares, as quais deverão unificar a cobrança em um único escritório central para arrecadação e distribuição, que funcionará como ente arrecadador com personalidade jurídica própria (…)”. Ao compor ou executar uma obra musical, o artista passa a deter os respectivos direitos autorais. Pela execução da música, fruto do seu trabalho, pode ele cobrar o que considerar justo. Assim como as mensalidades das academias, esse é um preço privado, que não admite interferência dos poderes executivo e judiciário.   Decisão do STJ   O Superior Tribunal de Justiça (STJ), instância máxima para apreciação dessa matéria, por diversas vezes já decidiu que “nos termos da jurisprudência desta Corte, é válida a tabela de preços instituída pelo ECAD, não podendo o Poder Público ou o Judiciário modificar tais valores em face da natureza privada dos direitos postulados” (RECURSO ESPECIAL Nº 1.567.780 – RJ (2015/0267853-9). Disso decorre que, se os titulares das músicas que se deseja executar numa academia tiverem delegado ao ECAD a cobrança pelo uso de suas obras, não se poderá fazê-lo sem pagar o preço definido por essa entidade. Ao usuário que considere tal preço caro demais, a alternativa, como na aquisição de qualquer produto ou serviço, será não comprar e procurar no mercado um similar mais barato. Isso é o que vem sendo oferecido por algumas das “rádios-academia” que trabalham com músicas cujos direitos não são geridos pelo ECAD. Não serão os sucessos que todos costumam ouvir, sob pena de violarem a lei — ao contrário do serviço de customização de “playlists”, em que são utilizadas obras conhecidas e é realizado o devido recolhimento àquele escritório. Executar músicas sujeitas à arrecadação dos direitos pelo ECAD sem fazer o devido pagamento é, portanto, tão ilegal quanto o seria utilizar os serviços de uma academia sem pagar a mensalidade. Os estabelecimentos que assim fizerem estarão sujeitos ao risco de serem fiscalizados pelo escritório e cobrados judicialmente, sem prejuízo de receberem ordem judicial para cessar a execução sob pena de multa diária. E sim, existe o risco de cobrança pelo passado se a fiscalização comprovar a execução ilegal em momentos distintos, sem necessidade de se fazer essa prova dia por dia. Foi o que decidiu o STJ em caso no qual uma empresa fora fiscalizada duas vezes, com um período de quatro anos entre as visitas do fiscal. No julgamento do REsp 1.959.267, aquele tribunal entendeu como presumida a execução de música durante os anos decorridos entre as duas fiscalizações e condenou a empresa no pagamento do valor cobrado pelo ECAD por todo o período. O risco, portanto, existe e não é pequeno. Pelo contrário, aumentará a cada dia, mês e ano em que se persista na ilegalidade. Se vier a materializar-se, o empresário não poderá alegar ignorância da lei. Aos que optem por utilizar músicas geridas pelo ECAD de forma segura e lícita, o Convênio ACAD-ECAD assegura desconto de 40% a 46% nos pagamentos de direitos autorais para academias associadas à ACAD Brasil.  

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Ministério Publica Nota Técnica sobre Academias e Promoção da Saúde

Ministério publica nota técnica sobre academias e promoção da saúde Em audiência com a Ministra da Saúde na última semana de junho, a ACAD Brasil, com fundamental apoio do Deputado Felipe Carreras e representada por Patrick Aguiar, defendeu a importância da atividade física como política pública de saúde e a necessidade de incentivos fiscais. A atuação do deputado e da associação resultou na publicação da Nota Técnica Nº 70/2023, pelo Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde do ministério, reconhecendo a relevância do setor e concluindo que “políticas fiscais voltadas para efetivar atividade física e academias é um importante marcador e deve ser considerado na elaboração, aprimoramento e implementação de políticas públicas de saúde e políticas públicas tributárias no país.” “O mundo cada vez mais avança com medidas que facilitem o acesso a essas atividades e adotam a isenção tributária. Atividade física é parte de um modelo de ampliação de eficiência na atenção primária, pois previne diversos problemas de saúde e é uma prática integrativa e complementar de baixo custo”, disse o deputado, Felipe Carreras, forte defensor do setor. Clique aqui e leia a Nota Técnica na íntegra

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Investindo em saúde, desonerando o Estado e valorizando a profissão.

Já se vão 45 anos da Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, realizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), no Cazaquistão, em 1978, na qual foi assinada, por diversos países do mundo, inclusive o Brasil, a “Declaração de Alma-Ata”, na qual redefiniu-se o conceito de “Saúde” como o “completo bem-estar físico, mental e social, e não simplesmente a ausência de doença ou enfermidade”. De lá para cá, a cada década, consolidou-se o entendimento , referendado pela própria OMS, de que a prática regular de atividades físicas representa, a um só tempo, um investimento e uma economia para os Estados. Um Investimento na medida em que um povo mais forte, mais ativo, com hábitos saudáveis e, por conseguinte, mais resistente a doenças, é também mais produtivo e mais preparado para o trabalho. E uma economia na medida em que as verbas públicas destinadas ao fomento e ao estímulo da prática de atividades físicas e desportivas reduzem os gastos dos governos com material hospitalar, custo de internações, tratamentos e outras despesas com o enfrentamento de doenças na população. Com o progressivo aumento quantidade de idosos e com o avanço do sedentarismo e da obesidade, decorrentes da cultura da internet e de suas facilidades tecnológicas de entretenimento e de comunicação, o fortalecimento dos conceitos de “welness” e “fitness”, embutidos no ramo das academias de ginástica e atividades afins, e desenvolvidos por profissionais de Educação Física capacitados e habilitados, não é mais uma questão de luxo, de mera recreação ou lazer, ou com objetivos puramente estéticos, sendo sim, uma verdadeira urgência de política de saúde pública estatal, perene e que sobreviva aos diferentes e sucessivos governos. Neste sentido de urgência e de política pública, a luta de entidades do segmento de Academias de Atividades Físicas, Desporto e Educação Física (como a ACAD/Brasil e o próprio Sistema CONFEF/CREFs), para que o setor de Fitness seja enquadrado na reforma tributária que se encontra em andamento como atividades econômicas da área da saúde, com alíquotas e carga fiscal reduzidas, muito mais do que uma luta por reconhecimento da importância de determinado segmento econômico ou classe profissional, é uma luta pela saúde do nosso povo. Por este motivo, em nossa gestão à frente do Conselho Regional de Educação Física do Distrito Federal, em Brasília, o palco principal do poder e das decisões políticas do país, não temos medido esforços e temos sido parceiros de primeira hora junto às entidades que têm trabalhado incansavelmente junto ao Poder Executivo e ao Poder Legislativo, de modo a assegurar que nossos governantes não percam de vista a importância preventiva e de promoção da saúde relativa às empresas do setor de atividades físicas, advinda tanto do empreendedorismo em si, quanto do trabalho ético e responsável que os Profissionais de Educação Física oferecem à população. Portanto, se a saúde da população do Brasil deve ser um reflexo da aquisição de hábitos saudáveis e da prática regular de atividades físicas, a saúde do setor empresarial e dos profissionais da Educação Física, devidamente valorizados e reconhecidos como promotores de saúde é condição sine qua non para que atinjamos patamares satisfatórios de índices de brasileiros que se possam dizer “saudáveis”, nos termos de “completo bem-estar físico, mental e social, e não simplesmente de ausência de doença ou enfermidade”, como propugnou a OMS e como se comprometeu o Brasil ao aderir a Declaração de Alma-Ata, em 1978, ainda que tardiamente, já quase na metade do século XXI. Estamos nessa luta também. Nicole Azevedo Presidente – CREF7/DF  

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Inédito: presidente do Senado recebe presidente do CREF4-SP

Na semana passada, um encontrou em Brasília foi um verdadeiro marco na trajetória do setor nacional de fitness: pela primeira vez na história o presidente do Senado recebeu o presidente de um dos Conselhos Regionais de Educação Física. Nelson Leme, presidente do CREF4-SP, sentou-se no sofá-namoradeira, peça célebre da coleção imperial do Congresso Nacional, no qual são recebidos chefes de estado e outras autoridades. Ao seu lado, Rodrigo Pacheco, presidente do Senado Federal, escutou as demandas do setor e se colocou inteiramente à disposição. “Só o fato de nos sentarmos naquele sofá é um marco emblemático e de muita representatividade para o nosso setor! O senador Pacheco foi muito receptivo, tanto que estava previsto 15 minutos para o nosso encontro, que durou mais de uma hora”, disse Nelson Leme. Sobre os temas abordados na conversa entre os presidentes, Reforma Tributária, Essencialidade das academias e atividades da Educação Física, Lei do Esporte e a criação de um Fundo Nacional para Pessoa Com Deficiência. Abaixo, as mais expressivas falas do presidente Nelson Leme sobre as temáticas em pauta no encontro. Reforma Tributária    “Destacamos a importância da não taxação sobre os serviços, uma vez que o setor não suportaria mais impostos. Pacheco explicou como está o andamento da Reforma, a posição do Senado de não aumentar a taxação de serviços, mas apontou que a decisão vai a plenário, onde a questão vai se desenrolar. O senador reafirmou a importância de a sociedade escolher líderes que represente suas causas, de as categorias, como a nossa, escolheres seus defensores em todas as casas legislativas.” Lei da Essencialidade “Também conversamos sobre a Lei da Essencialidade, evidenciando que a atividade física é essencial para toda a população. Que a lei seja uma medida que se antecipe às novas possíveis epidemias, atestando em lei que a Educação Física, as academias e clubes esportivos são essenciais para a saúde da população, desonerando o setor da Saúde Pública. As academias precisam funcionar plenamente para cumprir o papel delas, assim como os profissionais devem atuar na prevenção e nos cuidados com a população.” Lei Geral do Esporte “Desde o ano passado, estamos trabalhando junto à Comissão do Esporte, nos esforços para ampliação da carga horária de aulas de Educação Física nas escolas. Pleiteamos 150 horas. Tratamos da importância do tema desde a educação infantil até o ensino médio. Sabemos que a atividade física regular é um fator chave de proteção para prevenção e o controle das doenças não transmissíveis e aumentar e garantir a carga de aulas nas escolas é uma forma a construir o hábito de um estilo de vida ativo e saudável, contribuindo para um estado pleno de bem-estar físico, mental e social. Estimular a prática da atividade física desde a mais tenra idade até a fase adulta favorece o hábito de frequentar a academia, praticar esporte e tudo mais.” Fundo Nacional para Pessoa Com Deficiência – PCD “Uma pauta diferenciada sobre a qual também conversamos foi a criação de um Fundo Nacional para Pessoa Com Deficiência, entendendo que essa medida pode auxiliar que as academias possam receber PCD e estimular a prática da atividade física para este público, que requer ainda mais cuidados para a garantia de uma vida saudável.” Participaram do encontro senadores, presidentes de outros Conselhos e representantes do setor nacional do fitness Também fizeram parte do célebre encontro os Senadores Alexandre Luiz Giordano, de São Paulo, e Omar Aziz, do Amazonas, além de presidentes de CREFS de outras regiões, entre as quais Bahia, Pernambuco, Paraíba, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e de Brasília. Estiveram presentes os presidentes dos CREFs Nicole Azevedo, CREF7-DF, Alessandro Gamboa, CREF2-RS; Lúcio Brandão, CREF12-PE; Rogério Gonçalves CREF13-BA; Paulo Ferreira, CREF10-PB; Gustavo Brandão, CREF9-PR; e Eliana de Mattos, CREF11-MS. Patrick Aguiar, representante da ACAD Brasil e um dos mais importantes defensores e colaboradores das pautas do setor no Congresso, também esteve neste encontro.

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ACAD Brasil fecha parceria com o Arnold South America

A 9ª edição do Arnold Sports Festival South America já tem data marcada: de 14 a 16 de abril de 2023. O evento inclui competições de diversas modalidades esportivas, uma Arena Bem-estar e uma feira de nutrição e negócios, além de cursos e atividades de entretenimento. Confira neste blogpost tudo sobre a parceria institucional da ACAD Brasil com Savaget Promoções, realizadora do festival que tem por objetivo manter o evento ARNOLD como o PONTO DE ENCONTRO DO SETOR para a realização de negócios, atualização profissional, divulgação dos lançamentos, da prática esportiva e promoção da saúde.   Encontro ACAD SP na Arena Bem-estar do Arnold Sports Festival No dia 14 de Abril, das 9h30-12h30, o Encontro ACAD SP contará com a presença de proprietários de academias e profissionais do setor. Será realizado no Wellness Business Summit (WBS), arena de conteúdo, do setor Bem-Estar Brasil 2023, com uma plenária para receber 150 pessoas. Além disso, será oferecido aos participantes inscritos, o acesso à Feira de forma gratuita, no dia destinado do Encontro ACAD Brasil SP.  Para se inscrever, clique aqui!   Visite o estande ACAD Brasil no Espaço Bem estar! O estande ACAD Brasil será um local de oportunidade de networking com gestores, proprietários e líderes empresariais do mercado fitness, saúde e bem-estar! Visite o estande ACAD Brasil (S57 –  Bem Estar) no Arnold Sports Festival e confira todas as novidades da maior Associação de Academias do Brasil. Faça-nos uma visita, esperamos por você! Para saber sobre o horário de funcionamento, clique aqui   Você é associado? Utilize o cupom de desconto exclusivo para participar do Arnold Expo. Realize a compra do seu ingresso no site da Arnold e inclua seu cupom! Para conferir o cupom de desconto, acesse a área do associado ou entre em contato com o time ACAD Brasil e garanta o cupom exclusivo para associados. Lembrando que para proprietários de academias com CNPJ válido, o acesso à feira é gratuito. Para saber se o seu CNPJ é valido, clique aqui.   Associados ACAD Brasil garantem descontos exclusivos para cursos. Confira: Conheça os programas e cursos que garantem 10% aos associados ACAD Brasil. Clique no programa desejado para saber mais. Associado, acesse a área do associado ou entre em contato com o time ACAD Brasil e garanta o cupom exclusivo para associados        

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Tendências Fitness: o que esperar em 2023?

Tendências Fitness 2023 Há quase duas décadas, o American College of Sports Medicine (ACSM) publica anualmente a pesquisa “Worldwide Survey of Fitness Trends”, apontando não o que pode estar na moda, mas as atividades físicas que devem ser tendência mundial. “Ainda que o mercado brasileiro tenha suas características próprias, essa pesquisa do American College sobre tendências é uma contribuição para que o setor de saúde e de fitness, em todo o mundo, possa tomar decisões críticas de negócios, levando em conta os desejos dos consumidores”, disse Ailton Mendes, presidente da ACAD Brasil. Para 2023, o levantamento, recentemente publicado, aponta a Tecnologia Wearable no topo do ranking. Em sua 17ª edição consecutiva, a pesquisa mostra que a tecnologia continua a impactar a indústria de fitness. Efeito pós-pandemia Um dos fatos curiosos é a nova posição do treinamento on-line — que em 2021 foi a tendência número 1 e agora caiu para a 23ª posição do ranking. As pessoas podem até fazer algum uso do treino on-line, mas, depois de tantos meses de isolamento, o que a maioria quer é mesmo treinar presencialmente, com todas as vantagens de uma academia ou um centro esportivo oferecem. O Treinamento de Força com Pesos Livres foi o 2º colocado, o Treinamento com Peso Corporal ficou em 3º lugar e o Treinamento de Core e Treinamento em Circuito ficaram em 11º e 12º lugar, respectivamente. Esses resultados mostram que muitas academias estão apostando em treinos tradicionais. Confira o ranking mundial para 2023 Tecnologia Wearable (tecnologia vestível) — relógios inteligentes, monitores de frequência cardíaca e dispositivos de rastreamento GPS, incluindo tecnologia que pode monitorar o coração, calorias, tempo sentado, sono e muito mais. Treinamento de Força com Pesos Livres — esta atividade incorpora o uso de barras, halteres e kettlebells. Treinamento com Pesos Corporais — técnica que se concentra no peso corporal como a principal resistência. O treinamento com pesos corporais usa o mínimo de equipamento e espaço. Programas de Fitness para Idosos — programação com foco no envelhecimento da população e suas necessidades. Treinamento Físico Funcional — treinamento para equilíbrio, coordenação, força funcional e resistência para melhorar as atividades da vida diária. Atividades ao ar livre — caminhadas em grupo, passeios de bicicleta ou treinos liderados por profissionais de saúde e fitness. As atividades podem ser eventos curtos, de um dia inteiro ou excursões planejadas de vários dias. Treinamento Intervalado de Alta Intensidade (HIIT) — esses programas geralmente envolvem repetidas sessões de exercícios de alta intensidade combinados com períodos de descanso. Exercício para perda de peso — essa tendência incorpora programas de perda de peso, como aulas de dieta e nutrição, com uma rotina de exercícios. Profissionais de Fitness Certificados — contratação de profissionais de saúde e fitness certificados que tenham concluído programas educacionais. Treinamento Pessoal — plano que inclui definição de metas, avaliação de condicionamento físico e programação de exercícios com um “personal”. Ainda aparecem na lista, na sequência: (11) treinamento básico; (12) treinamento em circuito; (13) treinamento em casa; (14) treinamento em grupo; (15) exercício como “remédio”; (16) medicina do estilo de vida; (17) ioga; (18) licenciamento para profissionais de fitness; (19) coaching de saúde e bem-estar; e (20) aplicativos de exercícios. Brasil: as 5 principais tendências para o mercado brasileiro Pelo 4º ano consecutivo, o pesquisador Paulo Costa Amaral liderou a pesquisa de tendências no Brasil. Os top five brasileiros são: Personal training; Exercícios para perda de peso; Programas de exercícios para idosos; Treinamento funcional; Treinamento com peso corporal. Os programas de condicionamento físico para idosos continuam sendo uma tendência popular para 2023 e apontam para uma estratégia promissora para profissionais de saúde e condicionamento físico com a capacidade de criar programas voltados à atividade física e socialização. Essas tendências apontadas pela pesquisa podem contribuir para que gestores de academias criem mais ofertas para seus clientes, aumentando assim as oportunidades de bons negócios!

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O Fitness na Economia Mundial: Brasil tem capítulo exclusivo em pesquisa

Benefícios que vão além da aparência física, o impacto das Academias no PIB Em agosto deste ano, a ACAD Brasil realizou a publicação em sua revista digital de uma pesquisa evidenciando as contribuições que o setor das academias geram ao PIB (Produto Interno Bruto) global.  Tal pesquisa contou com o apoio da própria ACAD, sendo esta realizada por uma das maiores consultorias do mundo, a Deloitte, juntamente com a GHFA (Global Health & Fitness Alliance) e IHRSA (International Health Racquet & Sportsclub Association). A pesquisa traz em si os impactos que as academias tiveram não apenas no quesito saúde pública, onde mostra a diminuição de gastos dessa área.  Contudo, expõe o quadro global do PIB e o rendimento significativo no que tange as academias nesse meio. Foi apontado que o setor apresenta a contribuição anual de até US$ 91,22 bilhões no PIB global, sendo até nominada de “saúde econômica e bem-estar social: quantificando o impacto do setor global de saúde e fitness”. Contribuição das academias no PIB global, o que é e qual é a sua importância Sendo um indicador econômico, o Produto Interno Bruto (PIB) possui a função de analisar o crescimento econômico do local em questão, gerando a oportunidade de comparação com demais áreas.  Essa análise permite que possa acompanhar e prever o nível de crescimento da localidade desejada, dessa forma é possível também encontrar os problemas de desenvolvimento e criar diagnósticos que tracem um melhor caminho para saná-los. O cálculo do PIB pode ser realizado de três formas, Riqueza, Demanda ou Renda, e esse cálculo é baseado na soma dos bens produzidos durante determinado período e local.  É avaliado a cada trimestre e ao final do ano, assim comparando com os mesmos períodos dos anos anteriores. A influência das academias no PIB Pesquisas recentes mostram que o mercado fitness é responsável por 0,13% do PIB brasileiro, faturando em média 8 bilhões de reais ao ano.  Este mercado é composto por todos os negócios voltados à saúde e bem-estar, incluindo as academias. Além de números monetários substanciais diretos, o estilo de vida também apresenta reflexo nas produções do país.  Pessoas que não realizam exercícios físicos e não possuem rotinas saudáveis têm maiores chances de desenvolverem doenças físicas ou até mesmo mentais.  Com isso, essas pessoas acabam se tornando improdutivas no mercado de trabalho, não gerando produção a ser computada no PIB, além de trazer gastos orçamentários. Para que se possam conciliar os benefícios, alguns países já buscam meios de incentivar através de benefícios para o mercado fitness, como exemplo da Bélgica e Chile, onde possui redução ou mesmo isenção do IVA, respectivamente. O impacto do setor de academias fitness no Brasil Muitas vezes as pessoas não percebem todo o contexto em torno do mundo fitness, e até de forma equivocada pensam que esse âmbito traz apenas benefícios estritamente físicos aos que os integram.  Contudo, as consequências estão presentes muito além desse aspecto, trazendo consigo a redução de gastos com saúde pública, tendo em vista os efeitos junto a prevenção da saúde da população. Apresentando a maior economia da América Latina, o Brasil apresentou um PIB de US$ 14.836,00 (per capita) em 2020, e mesmo sofrendo com o crescimento econômico negativo por cinco anos, estima-se que ocorra uma transição positiva até 2025. O Brasil apresenta a 5ª maior população do mundo e taxa de crescimento de 1%, devido à desaceleração da natalidade.  Em 2020 9,6% dos brasileiros tinham 65 anos ou mais, podendo chegar a 11,5% até 2025, além disso, quase ⅔ da população está acima do peso, o que pode explicar o porquê de isquemia e derrame serem as duas principais causas de morte no país. Com o exposto acima, foi apontado que os gastos com a saúde totalizaram 10% do PIB em 2020, mas com a estimativa apresentada é que até 2025 a taxa de crescimento anual seja de 6,9% em investimentos em saúde.  Tendo também em contrapartida a questão da obesidade ser tratada como estilo de vida, dessa forma o tratamento abrangente da obesidade é encontrado na saúde privada e não no setor público, portanto, fora do alcance da maioria dos brasileiros. Os números falam por si só A inatividade custa ao sistema de saúde brasileiro US$ 5,7 bilhões para tratar doenças como diabetes e hipertensão. Deste total, US$ 2,8 bilhões são suportados pelo sistema público de saúde. A cada ano, o Brasil perde cerca de 163,9 milhões de dias úteis, devido a dias de folga por doença física ou mental ou redução da produtividade por falta de concentração ou cansaço. Com base no PIB médio gerado por trabalhador por dia útil, isso custa à economia brasileira US$ 11,2 bilhões por ano. Representa US$ 1,5 bilhão em receita potencial perdida devido a uma força de trabalho insuficientemente ativa. Cada trabalhador não ativo custa US$ 82 em custos de saúde e US$ 259 em PIB potencial perdidos. Portanto, custa à economia US$ 341 por ano, representando 7% da renda média per capita. Investindo apenas US$ 300 por trabalhador inativo, é possível torná-los ativos, com retorno para a economia do país em um período inferior a um ano.  Programas para aumentar a prática de atividade física podem ser formadores de hábitos. Um investimento inicial em um ano pode durar anos se um hábito for construído. Visão Global A atividade física regular moderada a vigorosa reduz o risco de: depressão clínica, ansiedade, depressão pós-parto, sintomas depressivos e muitos tipos de câncer, como câncer de mama, cólon, bexiga, pulmão e estômago, além de melhorar o sono. A literatura científica recente sobre atividade física conclui que pessoas ativas têm um risco de morte aproximadamente 30% menor do que pessoas inativas.  A atividade física já demonstrou estar associada à melhora da função cognitiva, incluindo melhora da memória, capacidade de resolução de problemas, melhora do desempenho acadêmico e proteção adicional contra o declínio cognitivo que leva à demência.  No entanto, em muitos países, uma proporção significativa da população não atende à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de pelo menos 150

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